Brasil cria inseticida biológico contra mosquito da dengue
Saúde
Aedes aegypti (Vetor da dengue)
Após quase três anos de estudos, a Farmanguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), criou um inseticida biológico capaz de matar as larvas do mosquito da dengue em 24 horas. A pesquisadora Elizabeth Sanches, que coordena o projeto, informou que o comprimido é inofensivo ao meio ambiente e à saúde humana e pode ser dissolvido em até 50 litros de água.
“A pastilha é colocada dentro da caixa d’água. Duas horas depois de ingerir o inseticida, a larva fica paralisada e impossibilitada de alimentar-se e morre depois de 24 horas. Além disso o efeito do inseticida dura até 21 dias”. Além das caixas d’água, a mistura pode ser usada para regar as plantas.
Paralelamente, a equipe da pesquisadora desenvolveu dois bioinseticidas: um contra o mosquito que transmite a malária e um contra a o transmissor da elefantíase. “Já estamos com o edital pronto para buscar parcerias empresariais para a produção dessas formulações,” adiantou a pesquisadora.
Atualmente todos os bioinseticidas usados no País são importados. A Fiocruz tem seis produtos totalmente nacionais, prontos para a fabricação em larga escala. A Farmanguinhos, que detém a patente desses produtos receberá os royalties pela comercialização e irá fiscalizar o processo de produção dos inseticidas nas empresas parceiras.
As bactérias usadas como matéria-prima para a produção do inseticida biológico contra a dengue são chamadas de BTI, sigla de Bacillus thuringiensis israelensis. Geralmente são encontradas na terra.
Na manhã deste domingo (05), foi realizada em Chapadão do Sul a missa de crisma com a presença do Bispo Dom José Moreira, da Diocese de Três Lagoas, Na matriz São Pedro Apóstolo
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