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Mochi vai ao Gaeco pedir informações e diz que ação se restringe a servidor

Mochi vai ao Gaeco pedir informações e diz que ação se restringe a servidor

14:39 | 8 agosto 2018
 

Presidente Junior Mochi (MDB) na Assembleia Legislativa sobre a operação de hoje. (Foto: Leonardo Rocha).

Marcão, como é conhecido o funcionário, foi alvo de ação durante os desdobramentos de hoje

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, deputado Junior Mochi (MDB), foi ao Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), na manhã desta quarta-feira (dia 8), para saber sobre a ida do grupo à casa de leis pela Operação Grãos de Ouro, deflagrada hoje.

Servidor do Legislativo estadual, Marcos Antônio Silva de Souza, conhecido como Marcão, é um dos alvos da ação, que também está em São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso.

Mochi afirma que estava em Nova Alvorada do Sul (distante 120 km de Campo Grande) e, assim que soube da operação, foi direto ao Gaeco, na Capital. Ele reforçou que, conforme explicações repassadas a ele, trata-se de uma investigação sobre sonegação fiscal de empresas e pessoas.

Dentro da apuração, afirma, Marcão foi citado em uma conversa. Sem detalhar, acrescentou que a citação levou o Gaeco a ir até a residência do servidor e também na Assembleia.

“A investigação não tem relação aos deputados estaduais, nem a Assembleia Legislativa. É sobre servidor efetivo lotado em gabinete e que, no início, era assessor de um ex-deputado estadual.

Dos 32 mandados de prisão, 13 são contra pessoas investigadas por praticar sonegação de imposto. O Gaeco deflagrou na manhã desta quarta-feira (8) a Operação Grãos de Ouro, que mira os integrantes do esquema envolvendo a produção de grãos, principalmente a soja, em Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul.

A ação continua nesta tarde e a partir das 15 horas haverá uma coletiva no Gaeco, em Campo Grande para detalhar e dar mais informações sobre a Operação Grãos de Ouro.

Em nota, a Assembleia Legislativa publica a seguinte nota:

Em razão das notícias veiculadas sobre operação “Grãos de Ouro” do Gaeco, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul tem a esclarecer que não é alvo da investigação e, igualmente, nenhum parlamentar.

O fato ocorrido no prédio da Assembleia Legislativa, nesta manhã, decorre de mandado contra o servidor efetivo Marcos Antonio Silva de Souza, que não foi preso. A promotora de justiça Cristiane Mourão, acompanhada de Marcos Antonio, verificou – única e exclusivamente – a mesa do servidor, sem que nada tenha sido levado.

O funcionário está cedido ao gabinete do deputado Paulo Corrêa, que – reforçamos – não é alvo de nenhuma investigação. A Assembleia Legislativa apoia as apurações e aguarda o total esclarecimento dos fatos“.

Fonte: Jovemsulnews e c/ Campograndeneews

Postado em: 14:39 | 8 agosto 2018
 
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