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Promotora Drª Fernanda recebe troféu de 1º lugar do Prêmio Roberto Lira 2019

Promotora Drª Fernanda recebe troféu de 1º lugar do Prêmio Roberto Lira 2019

11:24 | 8 dezembro 2019
 

Drª Fernanda recebe trifpey 1º Lugar do Prêmio Roberto Lira 2019. Foto: MP/MS

Na sexta-feira, dia 06 de dezembro, durante o IX Congresso Estadual do Ministério Público de Mato Grosso do Sul, foi divulgado o resultado do Prêmio Roberto Lira 2019. Com o Projeto Paralelas – Traçando Novos Caminhos, a Promotora de Justiça da comarca de Chapadão do Sul Fernanda Proença de Azambuja levou o prêmio de primeiro lugar.

Em segundo lugar, foi classificado o Projeto Proceve, de autoria do Procurador de Justiça Sergio Fernando Raimundo Harfouche.

Já o Projeto Família Acolhedora, idealizado pelo Promotor de Justiça da comarca de Dourados Luiz Gustavo Camacho Terçariol, foi classificado em terceiro lugar.

Drª Fernanda em discurso durante a entrega do Prêmio Roberto Lira 2019. Foto: MP/MS

Instituído pela ASMMP, em parceria com o Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul, o Prêmio Roberto Lira 2019 busca valorizar projetos bem-sucedidos, desenvolvidos por integrantes da Associação Sul-Mato-Grossense do Ministério Público (ASMMP), com o objetivo de reconhecer a excelência das iniciativas visando ao aperfeiçoamento da atuação dos Membros do Ministério Público.

Dentre os projetos apresentados, cinco obtiveram maior avaliação, sendo eles: Compartilhe o Natal; Família Acolhedora; Implementação do Núcleo de Prática Ambiental; Paralelas – Traçando Novos Caminhos; e Proceve.

Momento do recebimento do prêmio. Foto: MP/MS

No total, foram avaliados pela Comissão Julgadora 29 projetos inscritos no certame, com base nos seguintes critérios: criatividade e inovação, alcance social/resultado, eficiência, facilidade de implementação e exportabilidade.

Fizeram parte da Comissão Julgadora: o Promotor de Justiça e Presidente da ASMMP, Romão Àvila Milhan Junior; o Promotor de Justiça, Assessor Especial do Procurador-Geral de Justiça e Supervisor de Planejamento e Gestão Estratégica, Paulo Roberto Gonçalves Ishikawa; o Promotor de Justiça e Presidente da Associação Espírito-Santense do Ministério Público (AESMP), Pedro Ivo de Sousa; o Procurador de Justiça aposentado José Carlos de Oliveira Robaldo; o representante do Sebrae/MS Luiz Aurélio Adler Ralho; o representante da FIEMS Cláudio Jacinto Alves; a representante da Famasul Mariana Adalgiza Gilberti Urt.

Projetos

Paralelas – O programa tem como objetivo criar um espaço que possibilite aos homens autores de violência doméstica pensar sobre seus atos de maneira reflexiva, permitindo uma mudança de comportamento nos relacionamentos, a partir do acompanhamento e orientações de profissionais técnicos e, ainda, que possibilite às mulheres vítimas restaurar sua dignidade, autoconfiança e autoestima, desenvolvendo em cada uma a autonomia necessária para romper o ciclo de violência.

O Projeto Paralelas utiliza ações de reflexão e de amparo humanizado não só à vítima, como também ao seu agressor, tendo como técnicas a escuta qualificada e a comunicação interpessoal, buscando a resolução de conflitos e, principalmente, a conscientização do ato.

Proceve – Tem a finalidade de resgatar a autoridade dos diretores e professores, de preservar o patrimônio público e o respeito às instituições com o intuito de favorecer a permanência e o sucesso do aluno em sala de aula. Busca o realinhamento e adequação dos regimentos das escolas e das redes de ensino para permitir, com o aval dos pais, a conciliação de conflitos escolares, a fim de prevenir a evasão e a violência escolar.

Família Acolhedora – Visa à guarda de crianças ou adolescentes por famílias que estejam previamente cadastradas no serviço e habilitadas pela Secretaria de Assistência Social do município. Oferece atendimento individualizado e preservação dos vínculos comunitários, não objetivando afastar ou substituir definitivamente a família de origem, mas sim fortalecê-la, por meio da sua promoção social, de forma a possibilitar a reintegração familiar da criança ou do adolescente acolhido ou, em caso de comprovada impossibilidade, a sua colocação em família substituta.

Fonte: Assecom MP/MS (Elizete Alves/jornalista)

Postado em: 11:24 | 8 dezembro 2019
 
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