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Cidade recebeu visita do Projeto Zibra

Cidade recebeu visita do Projeto Zibra

16:35 | 23 maio 2019
 

Na tarde da última terça-feira, 21, Chapadão do Sul recebeu a visita do Projeto ZiBra, Mapeamento genético do Zika e outros arbovírus no Brasil, fazendo parte da Etapa Centro Oeste.

Nesta primeira etapa foram visitados os municípios de Corumbá, Campo Grande, Coxim e Chapadão do Sul.

Os técnicos do projeto fizeram a captura dos mosquitos Aedes Aegypti e Culex na cidade de Chapadão do Sul, com o objetivo de realizar um mapeamento dos possíveis vírus que se encontram na cidade.

Esse é um importante trabalho realizado pelo projeto Zibra, pois através dos resultados obtidos dessa amostragem saberemos quais os variados tipos de vírus transmitidos pelos mosquitos circulam em nossa região. Com isso, o município poderá definir a forma mais precisa e eficiente as estratégias de combate e prevenção desses vírus.

O Zibra

O grupo de especialistas que percorre Mato Grosso do Sul e outras cidades do país, cerca de 12 mil quilômetros de estrada, integra o projeto Zibra 2: Mapeamento genético do Zika e outros arbovírus no Brasil. A iniciativa tem financiamento do Departamento de Ciência e Tecnologia (Decit) e da Secretaria de Vigilância e Saúde (SVS), ambos do Ministério da Saúde, da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Os pesquisadores têm como meta sequenciar cerca de 400 amostras que foram positivas para pelo menos um dos oito vírus transmitidos por mosquitos mais relevantes na região: dengue, zika, chikungunya, febre amarela, mayaro, oropuche, encefalite de São Luis e febre do oeste do Nilo.

Em uma segunda frente de atividades, o projeto sequencia amostras estocadas nos Laboratórios e foram negativas para os oito vírus priorizados na iniciativa. Cerca de 400 amostras podem ser sequenciadas a partir da utilização da técnica conhecida como metagenômica. “Muitos quadros clínicos são finalizados sem a devida identificação de seu agente causador, o que gera uma lacuna para a vigilância em saúde brasileira. Pretendemos, assim, identificar o microrganismo por trás daquela infecção e trazer mais essa importante contribuição para as ações de prevenção e controle de doenças de relevância nacional”, comenta Marta Giovanetti, pesquisadora integrante da equipe.

Na terceira frente de trabalho, mosquitos estão sendo capturados por armadilhas espalhadas em residências e locais públicos das cidades alvo da pesquisa. “Estamos coletando e analisando mosquitos de diferentes espécies, incluindo dos gêneros Aedes e Culex [popularmente conhecido como pernilongo]. Com isso, poderemos avaliar a porcentagem de mosquitos infectados no período e os patógenos virais envolvidos”, afirma Luiz Alcantara.

O projeto conta com 13 especialistas, incluindo pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), Instituto Evandro Chagas (IEC), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade de São Paulo (USP), Universidade de Birmingham e Universidade de Oxford

Postado em: 16:35 | 23 maio 2019
 
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