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Na escolinha, crianças em busca de um sonho: ser jogador de futebol

Na escolinha, crianças em busca de um sonho: ser jogador de futebol

11:44 | 19 abril 2017
 

A escolinha de futebol, salvo raríssimas exceções, é por onde começa a carreira de qualquer menino brasileiro que sonha ser um jogador profissional. Foi assim, por exemplo, com os ex-jogadores Paulo Rezende (o ex-lateral-direito Paulinho) e Gilmar Calonga (o ex-meia Gilmar), ídolos das torcidas de Operário e Comercial nas décadas de 1980 e 1990, que nesta terça-feira, 18, participaram dos treinos da

Escola Pública de Futebol, ao lado do também ex-jogador, Robson Ferreira, no campo do Parque Ayrton Senna, no bairro Aero Rancho.
“A preocupação da escolinha não é só descobrir talentos, mas principalmente com o ser humano, ajudar na socialização dessa molecada para que sejam pessoas conscientes dos seus direitos e deveres”, disse o ex-lateral Paulinho.

No campo do Parque Ayrton Senna, o núcleo do projeto é comandado pelo ex-zagueiro Robson Ferreira, ex-Cene, CRB de Alagoas e Joinville (SC), e ontem à tarde ele recebeu a companhia de Paulinho e Gilmar, que também atuam no projeto da Funesp (Fundação Municipal de Esporte e Lazer) e foram até lá contar histórias do futebol local e de suas carreiras para a criançada.

“A escolinha é onde o garoto começa a ter noção dos fundamentos do futebol, principalmente quando ele passa pelas mãos de ex-jogadores. Na escolinha ele aprende a bater na bola, dominar, chutar com pé direito, pé esquerdo. Quando ele sobe para o time principal só tem que dar continuidade ao que aprendeu antes”, comentou Paulinho.

O projeto da Escola Pública de Futebol foi lançado no início deste mês de abril com expectativa de reunir até mil crianças com idade de 10 a 14 anos de idade. Com inscrições gratuitas e sem mensalidade, duas semanas depois de iniciado, por enquanto são apenas 300 crianças nos treinos que acontecem em oito locais diferentes, entre parques e praças de esportes.

“A procura tem sido baixa, infelizmente, mas ainda estamos apenas no começo. Penso que isso é até normal, e vejo como reflexo do futebol profissional em Campo Grande. Os pais estão preferindo levar os filhos para treinar em outros centros onde o futebol é mais forte e competitivo”, avalia Gilmar Calonga. “Esta não é a primeira vez que trabalho com crianças. Entre 2009 e 2014 trabalhei em um projeto social na cidade de Costa Rica”, frisou.

Fonte: Campo Grande News

Jovemsulnews/Herik Viana

Postado em: 11:44 | 19 abril 2017
 
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