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Geração de emprego foi a maior em seis anos

Geração de emprego foi a maior em seis anos

No período de janeiro a dezembro do ano passado foram 12.599 colocações a mais

11:12 | 25 janeiro 2020
 

Mato Grosso do Sul apresentou o melhor resultado na geração de empregos em 2019. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta sexta-feira pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, apontam que de janeiro a dezembro de 2019 foram admitidas 253.278 pessoas contra 240.679 demitidas, ou seja, 12.599 empregos a mais no período.

A última vez em que o Estado gerou mais empregos que no ano passado foi em 2013, quando 19.422 trabalhadores terminaram o ano empregados. Em 2014 foi registrado o último saldo positivo (2.043). De 2015 a 2018 foram anotadas mais demissões do que contratações em MS, ou seja, quatro anos de saldos negativos na geração de emprego formal.

O setor de serviços figura com o maior saldo positivo do ano, com 7.950 novas vagas, saldo de 93.092 admissões e 85.142 desligamentos. O comércio vem na sequência com 3.557 novos contratos assinados em 2019, resultado de 65.292 trabalhadores contratados contra 61.735 demitidos no ano. De acordo com a economista da Federação do Comércio de Bens, de Serviços e de Turismo (Fecomércio-MS), Daniela Dias, o ano passado foi finalizado de uma forma mais otimista.

“O desemprego teve uma redução, não se pode dizer que a economia tenha tido a recuperação plena, mas houve sim uma evolução desse cenário. Na questão da empregabilidade a gente percebe que 2019 foi marcado por mais admissões do que demissões e um dos fatores que contribuiram para isso foi o comércio de bens e serviços. Um dos motivos que podem justificar esse comportamento é a característica de MS, por ter uma dependência do comércio de bens, serviços e turismo. Para o Estado mais de 60% dos empregos e das empresas são oriundos do setor, além de ser responsável por mais 50% do PIB”, explicou Daniela.

A economista ainda reforça que outros fatores também contribuíram, como o aumento da expectativa do empresariado. “Se o empresário tem expectativas mais positivas quanto ao cenário de vendas, tem mais propensão a contratar. Foi esse o cenário em 2019 e já começamos 2020 com o índice de confiança do empresário sendo o maior registrado desde 2010. Então o ano tem tudo para ter um resultado melhor que do ano passado, claro se o cenário permanecer como está”, afirmou Daniela.

Além de comércio e de serviços também registraram saldo positivo no ano o setor da agropecuária (537), a indústria de transformação (504), extrativa mineral (98) e serviço industrial de utilidade pública (4). Apenas dois setores tiveram resultados negativos em 2019, a construção civil com 43 vagas de emprego a menos, com 16.909 admissões e 16.952 demissões; e o setor da administração pública, que apresentou saldo negativo em 8 vagas.

MUNICÍPIOS

Entre os municípios de Mato Grosso do Sul, Dourados foi a cidade que mais gerou empregos no ano passado com 6.208 postos de trabalho, resultado de 29.560 contratações e 23.352 desligamentos, seguida de Campo Grande, que acumulou saldo positivo em 1.657 empregos, resultado de 99.544 admissões e 97.887 desligamentos.

Ainda entre os resultados positivos na geração de empregos, estão Três Lagoas (753), Sidrolândia (403), Nova Andradina (293), Coxim (232), Maracaju (159), Aquidauana (137), Naviraí (134) e Amambai (102).

Já entre os que demitiram mais que contrataram em 2019, Rio Brilhante lidera o ranking com saldo de 461 vagas perdidas, resultado de 3.186 admissões e 3.647 demissões. Também registraram saldos negativos Paranaíba (-202), Ponta Porã (-145) e Corumbá (-41).

DEZEMBRO

Em dezembro o saldo de empregos foi negativo, repetindo o desempenho de novembro. Dados da pesquisa apontam que em dezembro de 2019 foram admitidas 13.300 pessoas contra 19.628 demitidas, ou seja, 6.328 empregos a menos no período. Conforme o levantamento, o setor de serviços puxou o movimento negativo e fechou o mês com 2.611 demissões, resultado de 4.659 contratações e 7.270 desligamentos. Também operou com saldo negativo, com 1.612 empregos a menos, o setor da agropecuária, resultado de 1.626 contratações e 3.238. O terceiro setor que mais teve demissões foi a indústria de transformação, que admitiu 1.701 trabalhadores e demitiu 2.912, saldo de -1.211.

Ainda apresentaram diminuição no número de trabalhadores os setores da construção civil (-819), comércio (-38), extrativa mineral (-33), administração pública (-4) e o serviço industrial de utilidade pública, que apresentou saldo zerado com 64 admissões e 64 demissões. Nenhum setor registrou geração de empregos positiva em dezembro.

PAÍS

O Brasil fechou 2019 com o maior saldo de emprego com carteira assinada em números absolutos desde 2013. Dados do Caged de dezembro mostram que houve a geração de 644.079 vagas de emprego formal no País em 2019, o que significa 115 mil postos a mais do que o registrado em 2018. Com isso, o estoque de empregos com carteira assinada chegou a 39 milhões de vínculos – em 2018, esse número tinha ficado em 38,4 milhões.

Fonte: Correiodoestado

Postado em: 11:12 | 25 janeiro 2020
 
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