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Cesta básica fica 14% mais barata em Campo Grande, maior queda do País

Cesta básica fica 14% mais barata em Campo Grande, maior queda do País

15:19 | 6 dezembro 2017
 

Os alimentos estão mais baratos em todo o País e a queda é mais intensa em Campo Grande. É o que mostra o Dieese ( Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). De acordo com pesquisa, divulgada nesta quarta-feira (dia 6), em um ano, o custo da cesta básica campo-grandense deflacionou 14,43%, maior redução entre as capitais.

Em época de cautela do consumidor e necessidade de economia, os preços são pressionados para baixo, inclusive os dos alimentos. Conforme o Dieese, a cesta custava, em média, R$ 364,33 no mês passado. Em novembro de 2016, o valor era de R$ 436,51.

O Dieese verificou retração dos preços da cesta básica no intervalo de 12 meses em todas as capitais, com destaque a Campo Grande. São considerados variações dos custos de 13 produtos e dez deles ficaram mais baratos.

O feijão se destaca entre os itens que apresentaram as deflações mais significativas. A queda no preço do grão foi de 54,09% em Campo Grande, a maior redução do País.

Na sequência (entre os que ficaram mais baratos), estão: banana (-39,07%), açúcar (-26,98%), batata (-22,15%), leite (-16,53), arroz (-13,65%), farinha (-11,11%), carne (-9,43%), óleo (-8,5%) e pão (-9,43%). Ficaram mais caros a manteiga (20,78%), o tomate (6,96%) e o café (5,48%).

Na variação mensal (novembro em relação a outubro), a cesta básica de Campo Grande ficou 1,22% mais barata. Neste ano (de janeiro a novembro), a variação também é negativa: -10,72%.
Banana está entre os alimentos com variações negativas mais acentuadas (Foto: Arquivo)
Impacto na renda das famílias – Mesmo mais barata, a cesta básica continua pesando muito no orçamento das famílias, sobretudo as de trabalhadores que recebem salário mínimo. Em Campo Grande, um trabalhador nessa situação teria de trabalhar 109 horas e oito minutos para adquirir a cesta. Isso corresponde a quase metade de um mês.

Com base no custo da cesta básica e no consumo de uma família com quatro pessoas, o Dieese estima que o salário mínimo ideal deveria ser de R$ 3.731,39. Esse valor equivale a 3,98 vezes o mínimo em vigor. Em igual mês de 2016, o ganho foi avaliado em R$ 3.940,41 ou 4,48 vezes o salário mínimo, que, naquela época, era de R$ 880.

Fonte: Campo Grande News/HV

Postado em: 15:19 | 6 dezembro 2017
 
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