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Aonde não dói doutor?

Aonde não dói doutor?

15:40 | 2 julho 2019
 

Sempre pergunto para os pacientes, ‘’AONDE DÓI?  ‘’ e as respostas são variadas. Dói aqui, dói lá e alguns dizem ‘’ aonde não dói’’. Uma das causas bem frequentes de consulta são as tendinites. Para alguns são todas iguais, mas não. Cada uma tem sua importância e tratamentos que podem variar. Por isso é muito importante identificar suas origens.

Por isso vamos entender um pouquinho a anatomia do nosso corpo.

Os tendões são estruturas do aparelho músculo-esquelético fundamentais no processo do movimento. São parte final do músculo, como uma corda fibrosa que faz a fixação dos músculos aos ossos. Eles transmitem a força de contração muscular necessária para mover um osso.

A TENDINITE é uma inflamação ou irritação de um ou mais tendões. Essas inflamações podem se chamar de nomes diferentes de acordo ao lugar que afetam. Temos a entesite quando a inflamação está na inserção do tendão. A tenossinovite quando existe inflamação na bainha sinovial. A peritendinite que é a inflamação na junção do músculo com o tendão. A tendinite ossificante, que é uma inflamação crônica com depósito de cristais no tendão.

O tratamento ideal desta inflamação vai depender do reconhecimento destas classificações para indicar terapias específicas.

As tendinites são condições normalmente temporárias, mas podem se tornar crônicas.

A causa mais comum de tendinites é o trauma local ou “overuse” (excesso durante trabalho ou jogo), particularmente se o paciente tem um mau condicionamento físico, má postura, ou usa o membro afetado em uma posição forçada e desajeitada.

Falando em tratamento, temos vários pilares que ajudam. Mas sempre buscando a origem do problema, pois se não tratamos a causa, nunca se terá melhora. Um exemplo. Tendinite no ombro, como do bíceps ou até mesmo bursite, podem ser indicativos de lesões mais complexas de outras estruturas, por isso a importância de também complementar com outros exames para realizar o diagnóstico (ultrassom, radiografia, ressonância magnética) quando necessário. Mas isso não se aplica a todos os casos. Resumindo: da mesma forma que pode ser um problema simples, também pode indicar algo mais complexo.

Vou citar abaixo alguns métodos que auxiliam e são coadjuvantes no tratamento.

GELO LOCAL. Cuidado! deve ser aplicado na medida certa e tempo adequado. Primeiro busque orientações.

OS ANTI-INFLAMATÓRIOS SÃO IMPORTANTE COADJUVANTES NO TRATAMENTO. Não são qualquer um que resolvem a inflamação. Temos uma gama variada de medicamentos que ajudam na diminuição do processo inflamatório dos tendões. Medicamentos que identificam umbrais maiores de respostas inflamatórias estão sendo usados na atualidade e apresentam boas melhoras, por isso consulte com um profissional para que ele indique o mais específico para o seu caso.

Os medicamentos analgésicos também auxiliam nos momentos de dor.

EXERCÍCIO FÍSICO LOCALIZADO.  Alguns estudos científicos apontam o exercício físico como método de melhora de algumas tendinites. Mas não são todos que tem a melhora, por isso cada caso tem suas indicações. As vezes na fase aguda podem provocar mais dor.

FISIOTERAPIA. Excelente pilar no tratamento, com suas diferentes técnicas.

Em alguns casos se realiza a IMOBILIZAÇÃO da articulação envolvida para aliviar as dores.

Uma vez controlado o ataque agudo, deve ser iniciado o trabalho de prevenção e/ou correção dos fatores causais. Melhora da ergonomia, da qualidade muscular, e principalmente, da auto-estima, são fundamentais no sentido de prevenir novas lesões e/ou recorrências das antigas.

Todos esses pilares que ajudam no tratamento devem ser indicados por um profissional da área e acompanhados para saber quando continuar ou parar.

Lembrando que uma ótima dica não substitui uma consulta médica.

CUIDA BEM DO SEU CORPO!!!

Postado em: 15:40 | 2 julho 2019
 

Campanha “Queimada é Crime” da Prefeitura Municipal de Chapadão do Sul

queimada sem licença do órgão ambiental é tida como incêndio criminoso e é punida pela Lei de Crimes Ambientais.

 

 

 

 

 

 

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