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A dureza do protocolo da COVID-19 causando sofrimentos

A dureza do protocolo da COVID-19 causando sofrimentos

15:46 | 30 julho 2020
 

Verdadeiras ditaduras são as regras impostas nos protocolos da COVID-19, tanto para o tratamento, que já levou a Anvisa a exigir receita médica até para um simples vermífugo, atendimento médico e destino de corpos dos falecidos que tem causado grandes sofrimentos.

Nenhum morador de Chapadão do Sul morreu até o momento por insuficiência respiratória causada diretamente pelo vírus COVID-19, mas das consequências, apenas dois casos até o momento.

Nesta semana faleceu um cidadão do município por infarto fulminante, mas em teste rápido realizado no Hospital Municipal, constatou-se inicialmente que ele estava contaminado pelo vírus, a aí começou o sofrimento.

O protocolo de atendimento no hospital é duríssimo com os profissionais da saúde, e quando há falecimento, com suspeita de contaminação da COVID-19, a sua dureza se estende aos agentes funerários e mais ainda, aos familiares, que se quer tem o direito de olhar o ente falecido.

Lembra um agente funerário de Chapadão do Sul, que eles são chamados no Hospital, quando falece uma pessoa contaminada pela COVID-19, ou em consequência direta dela, são obrigados a seguir o protocolo. Como os familiares, os agentes não vêm o corpo, quando são autorizados a agir ele já está embalado em duas capsulas e apenas é colocado em uma urna e levado direto para o cemitério. Não há preparação do corpo como nos demais casos de morte.

Por falta vacinas, de supostos mais conhecimentos sobre o vírus, interesses obscuros, que aparentemente estão levando à demora na aprovação dos remédios, que já são usados para a cura da doença respiratória causada pela COVID-19, até pelas mais altas autoridades do mundo, os protocolos seguem com as suas rigidezes.

Existem orientações sobre o acondicionamento de corpos contaminados em necrotérios, desde que em primeiro lugar haja o necrotério e em segundo a existência da câmara refrigerada. Nesses casos existe a possibilidade da entrega do corpo a uma funerária, que lacra a urna e realiza o velório. Para este caso são necessários investimentos públicos na montagem dos necrotérios com as câmaras frias. Na região de Chapadão do Sul, ou Bolsão não existe câmara em funcionamento. Na cidade de Paranaíba, segundo funerárias de Chapadão do Sul, existe uma câmara no IML, porém está desativada por falta de manutenção.

Infelizmente teremos outros casos de morte de pessoas contaminadas em Chapadão do Sul e demais localidades pelo Brasil e pelo mundo afora, mas enquanto não tivermos a segurança e garantia dos remédios e métodos de cura da doença causada pelo vírus, deveremos conviver com a dureza dos protocolos.

Postado em: 15:46 | 30 julho 2020
 

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