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Fundação Chapadão Identifica Três Focos de Ferrugem Asiática da Soja

Fundação Chapadão Identifica Três Focos de Ferrugem Asiática da Soja

17:05 | 12 janeiro 2018
 

Ilustração

No dia 08 de Janeiro de 2018, o Laboratório da Fundação Chapadão identificou a presença de Ferrugem Asiática da Soja em duas amostras provenientes de São Gabriel do Oeste- MS. A diagnose foi feita pela estagiária Evelyn Dias Pinheiro, e confirmada pela Bióloga Débora Cristina Agnes e pela Pesquisadora Alexandra Botelho L. Abreu. Uma das amostras era da variedade Desafio RR em estágio “R6”. A segunda amostra, variedade BRS 7380RR, no estágio “R5.5”. Nas duas áreas o produtor já havia efetivado aplicações com fungicidas específicos para o controle da doença.

No dia 10 de Janeiro o Engenheiro Agrônomo Consultor, Douglas Ribeiro, encaminhou ao Laboratório da Fundação Chapadão, folhas com os sintomas da doença para confirmação e divulgação das informações, variedade. AS 3680 Ipro, estando em “R5.3”, as folhas eram provenientes de lavoura do município de Campo Grande- MS.

Hoje, dia 12 de Janeiro, foi identificado mais um foco de Ferrugem, em amostras do município de Cassilandia (MS), as folhas eram da variedade Bônus Ipro, em estágio “R6”. Novamente a diagnose foi feita pela estudante de agronomia Evelyn Dias Pinheiro, e confirmada por Débora C. Agnes.

A Fundação Chapadão tem alertado os produtores quanto à presença de Ferrugem, pois as condições de clima (umidade e temperatura) estão propícias ao desenvolvimento da doença. A equipe do Laboratório de Diagnose de Doenças da Fundação Chapadão, ainda orienta aos produtores para que continuem monitorando suas áreas, coletando folhas e encaminhando ao laboratório, para melhor tomada de decisão quanto a necessidade de aplicação e qual produto a ser utilizado.

O Pesquisador e Diretor Executivo da Fundação Chapadão, Edson P Borges, enfatiza a adoção do manejo antirresistência que compreende as ações que foram definidas pelo Consórcio Antiferrugem, que são:

– Usar sempre misturas comerciais formadas por dois ou mais fungicidas com modo de ação distintos;

– Não utilizar mais que duas aplicações do mesmo produto em sequência e utilizar no máximo duas aplicações dos produtos contendo SDHI por cultivo;

– Fazer uso de produtos protetores e ou multissitios em associação. Incluindo assim todos os métodos de controle de doenças, dentro do programa de manejo integrado.

Fonte: Fundação Chapadão

Postado em: 17:05 | 12 janeiro 2018
 
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