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Doenças fúngicas atacam as lavouras de algodão e exigem atenção do produtor

Doenças fúngicas atacam as lavouras de algodão e exigem atenção do produtor

18:03 | 19 abril 2017
 

A direita da foto, maçã comprometida pelo ataque de fungo

As precipitações de chuvas começam a diminuir neste período do ano, porém ainda se tem alta umidade no ar e também boa umidade no solo, fatores estes que associados ao tempo mais nublado durante o dia podem favorecer o surgimento de doenças de final de ciclo do algodoeiro.

As lavouras de algodão do norte e nordeste de Mato Grosso do Sul estão em pleno desenvolvimento reprodutivo, com bom pegamento das maçãs, indicando boa produtividade. Mas para garantir a abertura dos capúlios, os produtores devem ficar atentos às doenças fúngicas, que aumentam consideravelmente.

O alerta está em mais um informativo publicado pelo Programa Fitossanitário da AMPASUL, Associação Sul-Mato-Grossense dos Produtores de Algodão.

Alertam ainda os engenheiros agrônomos responsáveis pelas visitas a campo e coordenação do programa, que os produtores devem continuar atentos quanto ao controle do bicudo. Eles estão presentes, principalmente nas bordaduras dos talhões. O seu controle neste estágio vai evitar a pulverização total da área e o controle da praga.

Para a eficiência no controle das pragas e doenças, o técnico do Programa Tecnologia de Aplicação, também da AMPASUL, alerta que alguns produtores estão preferindo o controle convencional, ou seja, deixando de utilizar o sistema UBV, Ultra Baixo Volume. Este método é comprovadamente mais eficiente, mas exige dos produtores a observância das técnicas recomendadas para o sucesso da operação.

O produtor pode procurar o técnico do Programa Tecnologia de Aplicação, da AMPASUL, para tirar as suas dúvidas e até solicitar o acompanhamento da operação de pulverização UBV, para obter os resultados desejados.

A AMPASUL possui duas torres climatológicas que auxiliam os produtores de Chapadão do Sul e de Costa Rica, a observar as condições climáticas, antes de decidir pela aplicação. Os fatores climáticos são importantes para uma boa prática de pulverização em UBV, alertam os técnicos.

Clique aqui e veja o informativo do Programa Fitossanitário da AMPASUL.

Fonte: AMPASUL (Norbertino Angeli)

Postado em: 18:03 | 19 abril 2017
 
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