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Conab volta com as boas perspectivas para a atual safra

Conab volta com as boas perspectivas para a atual safra

11:41 | 12 abril 2018
 

A Conab, Companhia Nacional de Abastecimento publicou mais um relatório sobre a aatual safra agrícola do Brasil, com estimativa de aumento de produção e produtividade na maioria dos produtos, em relação ao informado anteriormente, entre eles, o algodão.

A produção brasileira de grãos está estimada atualmente em 229,53 milhões de toneladas, para a safra 2017/18, redução de 3,4% em relação à safra anterior e 1,5% superior ao levantamento anterior, resultado, principalmente, do ganho de produtividade. A área plantada está prevista em 61,38 milhões de hectares, ou seja, crescimento de 0,8% se comparada à safra 2016/17.

Algodão

O cultivo de algodão é diferente das demais culturas do país. Para que o produtor alcance rentabilidade a fim de se manter na cadeia de produção é necessário que a produção seja verticalizada, aponta o documento.

Essa verticalização consiste no produtor (ou um grupo deles) ser responsável pelo descaroçamento do produto (separação da pluma e do caroço), o que facilita a comercialização, tendo em vista que os compradores/destinatários da pluma e do caroço são diferentes, o que agrega valor ao produto.

Além disso, para ter resultados positivos, a semeadura exige alto padrão tecnológico e gestão profissional, o que resulta em alta produtividade. A estimativa atual permanece próxima à do excelente resultado obtido na safra passada.

Na Região Centro-Oeste, que concentra 72% da produção brasileira, a estimativa é de melhores produtividades que a safra anterior, uma vez que a característica dos produtores locais é o cultivo da fibra nas áreas mais férteis das fazendas que, aliada à melhor tecnologia disponível, possibilita produtividade superior ao de outras regiões do país.

A produção de algodão em pluma, estimada em 1,9 milhão de toneladas de pluma, representando aumento de 21,8% em relação à safra passada.

Grãos

A produção estimada para a safra 2017/18 indica um volume de 229,5 milhões de toneladas, 3.492,2 mil toneladas superior ao levantamento passado, resultado do avanço da colheita da soja e do milho primeira safra, que tem confirmado boas produtividades e uma estimativa maior da área de milho segunda safra. Apesar desse resultado ser 3,4% menor que o da última safra, o Brasil deve colher a segunda maior safra da história.

A soja e o milho, que possuem os maiores volumes de produção do país, devem ter produção de 114,9 e 88,6 milhões de toneladas, respectivamente. Do total da produção de milho, 25,6 milhões de toneladas deverá ser colhido na primeira safra e 63 milhões de toneladas na segunda safra.

A cultura do feijão segunda safra está estimada, inda segundo o relatório da Conab, em 1,29 milhão de toneladas, aumento de 7,3%.

O clima está ajudando

As Regiões Centro-Oeste e Sudeste registraram totais predominantemente dentro da faixa normal ou acima, variando entre 120 e 400 mm (Figura 1). Na Região Centro-Oeste, as chuvas foram mais intensas em Mato Grosso, por exemplo, em Diamantino, onde choveu em praticamente todos os dias, resultando em um volume acima de 450 mm, 100 mm acima da média histórica (Figura 2). Na Região Sudeste, os maiores volumes se concentraram em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo e litoral de São Paulo, com totais de chuva entre 150 e 300 mm.

Na Região do Matopiba (sul do Maranhão, Tocantins, sul do Piauí e oeste da Bahia), as chuvas ficaram dentro da faixa normal ou acima, em março. Destaque para o centro-norte do Tocantins, com volume total observado acima de 300 mm. Na mesorregião Oeste da Bahia e no sul do Maranhão e do Piauí, a precipitação total ficou entre 150 e 250 mm.

No semiárido, após um fevereiro marcado por chuvas significativas, a irregularidade na distribuição espacial e temporal – inclusive com ocorrência de veranicos – resultou em áreas com totais acima e abaixo da média em março. Mesmo nas localidades onde o total acumulado ficou próximo ou acima da média, as chuvas praticamente ficaram concentradas em poucos dias no início e no final do mês.

Na Região Sul, as chuvas ficaram acima da média na maioria das localidades (Figura 1). No Paraná, os volumes ficaram entre 150 e 300 mm, e no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, os totais ficaram entre 120 e 250 mm.

Fonte: Jovemsulnews Norbertino Angeli c/inf. Conab

Postado em: 11:41 | 12 abril 2018
 
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