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Ampasul participa do primeiro teste de destruição de soqueiras do algodão com capina elétrica

Ampasul participa do primeiro teste de destruição de soqueiras do algodão com capina elétrica

17:20 | 12 setembro 2018
 

Engª Agrª Karoline Günter, Dr. Marcos Vilela e o Técnico Agrícola Marcelo Caires

A destruição da soqueira do algodão, para controle do bicudo e doenças, além de obrigação prevista em lei, ainda representa um desafio aos cotonicultores, técnicos e pesquisadores, para alcançar a eficiência desejada no controle químico, sem remover o solo.

Nesta segunda-feira, 10 de setembro, a Ampasul, iniciou em Chapadão do Sul, pela primeira vez na américa latina, experimentos inéditos para a destruição de soqueira do algodão com capina elétrica.

Os experimentos estão sendo acompanhados pela equipe técnica da Ampasul e pelo pesquisador, Professor Dr. Marcos Vilela, um difusor de novas tecnologias na agropecuária, com vasta experiência, principalmente quando o assunto é pulverização e a principal praga da cultura do algodão, o bicudo do algodoeiro.

Os testes foram realizados em campo, com restos culturais de algodão, numa fazenda do município de Chapadão do Sul (MS). A área escolhida será monitorada pelos técnicos e engenheiros do Programa Fitossanitário da Ampasul e deverá apresentar os primeiros resultados em até oito dias.

O equipamento foi desenvolvido para capina urbana de calçadas e sarjetas das cidades e depois utilizado nas lavouras para controle de plantas daninhas nas entre linhas dos cafezais, laranjais, entre outros.

Em Maracajú (MS) a capina elétrica foi realizada em fase experimental na destruição da buva e amargoso, que são resistentes a herbicidas, na palhada de soja e milho, com sucesso. O desafio agora é a destruição da soqueira do algodoeiro.

Segundo o Dr. Marcos Vilela, os resultados da aplicação serão catalogadas e estão sendo pesquisados ainda os efeitos da eletricidade no controle de pragas das raízes, como o nematoide. “Esperamos que a eletricidade extermine a soqueira da planta e as pragas que permanecem atacando e se multiplicando nas soqueiras do algodão”.

Quando a capina elétrica é realizada em ervas daninhas em desenvolvimento vegetativo, o efeito é percebido em um ou dois dias, mas na soqueira do algodão, por ser uma planta perene e fibrosa, pode ser mais demorado. A Ampasul, está com a atribuição de acompanhar a mortalidade das soqueiras através de um método de laboratório para análise de tecidos vegetais, que receberam o choque elétrico, avaliando o efeito da operação, sem que se tenha que esperar a reação da planta.

Há grandes desafios pela frente, o equipamento ainda é pequeno e lento para aplicação em lavouras extensas de algodão. O que se espera num primeiro momento é o efeito prático da operação, alcançar a morte das soqueiras, para então se projetar um equipamento maior, mais rápido e viável economicamente ao produtor, comentou o Diretor Executivo da Ampasul Adão Hoffmann.

Fonte: Ampasul

Postado em: 17:20 | 12 setembro 2018
 
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