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Ampasul participa do Plano Estadual Para Difusão do MIP no MS

Ampasul participa do Plano Estadual Para Difusão do MIP no MS

11:19 | 13 setembro 2019
 

O Presidente da Ampasul Walter Schlatter participou da solenidade de assinatura e falou do trabalho que a entidade vem realizando para o desenvolvimento do MIP na cultura do algodão

O plano visa difundir o MIP, que promove a diminuição do número de aplicações de defensivos e assim contribui para a conservação ambiental e da saúde humana.

Na terça-feira, 11 de setembro ocorreu a solenidade de assinatura do Termo de Cooperação Técnica do Plano Estadual para Difusão do MIP, Manejo Integrado de Pragas, no Mato Grosso do Sul, no Auditório da SEMAGRO, em Campo Grande.

A Ampasul, Associação Sul-Mato-Grossense dos Produtores de Algodão é uma das sete entidades participantes, além de órgãos governamentais como a SEMAGRO, que é a coordenadora, a Iagro e a Agraer.

O Manejo Integrado de Pragas ganhou destaque no Brasil na década de oitenta, em especial nas culturas da soja e do algodoeiro. Composto por um conjunto de ações sustentáveis, empregadas para o controle de pragas, o MIP contribui de forma eficiente para a redução no número de aplicações de defensivos agrícolas nas lavouras e, consequentemente, para o equilíbrio do ambiente nos cultivos.

O Presidente da Ampasul Walter Schlatter participou da solenidade de assinatura e falou do trabalho que a entidade vem realizando para o desenvolvimento do MIP na cultura do algodão em Mato Grosso do Sul. “O plano lançado pela SEMAGRO vem somar os esforços da Ampasul no desenvolvimento do MIP e está com bagagem para dar uma grande contribuição à esta ação”, disse Schlatter.

O Termo de Cooperação Técnica tem por objeto a formalização de compromisso, o ajustamento de ações e o estabelecimento de condições básicas de cooperação, entre os participantes, no sentido de apoiar a implementação do plano estadual.

Estão envolvidas no termo de cooperação, além da Ampasul, outras entidades que representam os setores produtivos de Mago Grosso do Sul como a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento de Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado De Mato Grosso Do Sul (FUNDECT), a Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (FAMASUL), a Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, Administração Regional de Mato Grosso do Sul (SENAR/MS), a Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul (APROSOJA), a Associação Sul-Mato-Grossense de Produtores e Consumidores de Florestas Plantadas (REFLORE MS), a Associação dos Produtores de Bioenergia do Estado de Mato Grosso do Sul (BIOSUL).

O Plano Estadual é entendido como um instrumento básico de um processo de planejamento estadual para nortear as ações para promoção e difusão dos princípios e práticas que compõem o Manejo Integrado de Pragas-MIP, coordenado pela SEMAGRO, que também gerencia a execução dos trabalhos e propõe soluções a questões técnicas e administrativas que venham a ocorrer durante a sua vigência, que é de quatro anos.

O MIP em cada setor produtivo de Mato Grosso do Sul, através das entidades envolvidas, será pesquisado e apresentado em dias de campo, palestras, seminários entre outros, com ampla divulgação à classe produtora. Ainda visa capacitar e conscientizar profissionais ligados ao setor produtivo e o produtor rural, em especial, sobre a importância e a viabilidade para a adoção plena do Manejo Integrado de Pragas, além de proporcionar atendimento especializado e individualizado para melhoria das condições do manejo sanitário e o aprimoramento dos sistemas de produção. Outra ação importante do plano é fomentar a pesquisa científica para o aprimoramento da tecnologia relacionada ao MIP nas diversas culturas.

Este Plano Estadual já havia sido proposto pelo Conselho Estadual de Agrotóxicos (CEA) e Elaborado por um Grupo de Trabalho (GT), composto por membros do Conselho e representantes de Entidades Públicas e Privadas, e coordenado pela SEMAGRO. Ele surge, como alternativa para o resgate das técnicas do MIP em Mato Grosso do Sul, através da: (a) disseminação do conhecimento disponível, gerado por pesquisas no Estado e no País; (b) formação de uma rede de multiplicadores, estruturada na capacitação; (c) inserção permanente do tema em eventos técnicos; (d) assistência técnica orientada com os princípios do MIP, e da (e) implementação de políticas públicas que contribuam para a sucesso no controle efetivo e racional de pragas agrícolas, visando proporcionar benefícios econômicos e de sustentabilidade ambiental.

Além dos produtores e gerentes de fazendas, o plano pretende atingir demais trabalhadores rurais, estudantes, pesquisadores, agentes políticos municipais, consultores e demais agentes técnicos.

Fonte: Ampasul (Norbertino Angeli)

Postado em: 11:19 | 13 setembro 2019
 

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