Chapadão do Sul, 14 de Agosto de 2018

Cadastre-se Envie sua notícia JNT Digital Busca no site

Jovem Sul News

Você está em: Página Inicial Agronegocio

Alertas de Mercado: Algodão, Arroz, Boi, Café, Polpa Cítrica e Suínos

Alertas de Mercado: Algodão, Arroz, Boi, Café, Polpa Cítrica e Suínos

15:34 | 3 agosto 2018
 

Nos últimos 10 anos, 20 anos, o Brasil passou a ser um grande protagonista no comércio internacional de produtos agrícolas

Algodão

O avanço da colheita da safra 2017/18 e a redução das ofertas de compra de novos lotes no spot por parte de indústrias pressionaram as cotações da pluma no mercado interno em julho, de acordo com informações do Cepea.

No acumulado de julho, o Indicador do Algodão em pluma CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, recuou 7,57%, fechando a R$ 3,3303/lp nessa terça-feira, 31. Nos últimos sete dias (de 24 a 31 de julho), o Indicador registrou baixa de 1,24%.

Quanto às negociações futuras, agentes estiveram mais presentes no mercado na segunda quinzena de julho, período em que os preços internacionais registraram altas.

A liquidez é maior para entregas nos mercados doméstico e exportação, envolvendo especialmente lotes da safra 2018/19, mas também foram captados negócios com a pluma das temporadas 2017/18 (atual) e 2019/20.

Arroz

Com indústrias presentes no mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul e orizicultores vendendo lotes apenas com necessidade de “fazer caixa”, ou direcionando para a exportação, o preço médio do arroz subiu em julho, conforme indicam dados do Cepea.

De 29 de junho a 31 de julho, o Indicador ESALQ/SENAR-RS, 58% de grãos inteiros registrou elevação de 6,56%, fechando a R$ 43,36/sc de 50 kg no dia 31.

Apesar das queixas quanto à dificuldade de repasse das altas do casca ao fardo e do enfraquecimento no ritmo de vendas ao setores varejistas e atacadista dos grandes centros em julho, várias indústrias buscaram lotes de arroz depositado e arroz “livre” (depositado nas propriedades rurais) para repor seus estoques.

Para isso, beneficiadoras, tanto do RS como de SP, MG e GO, aumentaram suas ofertas para efetivarem negócios.

Boi

A redução da disponibilidade de animais prontos para abate sustentou as cotações do boi gordo em julho, de acordo com pesquisadores do Cepea.

Entre 29 de junho e 31 de julho, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa acumulou aumento de 1,7%, fechando a R$ 141,70 nessa terça-feira, 31.

Mesmo com a menor oferta de boi gordo no mercado interno e com as exportações em ritmo mais intenso em julho, os preços da carne negociada no mercado atacadista da Grande São Paulo seguiram em queda.

No acumulado de julho, a carcaça casada de boi se desvalorizou 0,83%, passando para R$ 9,51/kg no encerramento do mês (à vista).

Café

Apesar de a colheita de café robusta 2018/19 seguir para a reta final no Espírito Santo (as atividades já foram finalizadas em Rondônia), as negociações no físico permanecem em baixo ritmo, conforme indicam pesquisadores do Cepea.

As cotações internas da variedade têm sido pressionadas pelo recuo no mercado externo, cenário que afasta principalmente vendedores do mercado, reduzindo a liquidez interna.

Quanto ao café arábica, o clima segue favorecendo a colheita no Brasil.

No Noroeste do Paraná, região mais adiantada, agentes consultados pelo Cepea observam que os trabalhos no estado podem ser finalizados ainda nesta semana – até a sexta-feira, cerca de 90 a 95% do volume total esperado havia sido colhido na região.

No restante das praças, os trabalhos também estão caminhando bem, mas devem seguir até o final de agosto.

Polpa Cítrica

Segundo levantamento da Scot Consultoria, a polpa cítrica peletizada ficou cotada, em média, em R$519,00 por tonelada na segunda quinzena de julho em São Paulo, sem o frete.

Frente ao mesmo período do ano passado o insumo está custando 72,0% a mais este ano.

Além do patamar mais alto de preço do milho, balizador no mercado de alimentos concentrados energéticos, a menor oferta de polpa cítrica nesta temporada tem dado sustentação às cotações do insumo.

Suínos

Os preços do suíno vivo tiveram quedas consecutivas em julho, conforme indicam dados do Cepea. Nem mesmo na primeira quinzena, período em que geralmente a demanda aquecida eleva os valores, os preços se sustentaram.

O motivo da desvalorização é a menor demanda por parte de frigoríficos, que reduzem o ritmo de aquisição de novos lotes diante da fraca procura na ponta final. Na região SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba), o preço médio do suíno vivo foi de R$ 3,16/kg em julho, baixa de 9,9% frente a junho e de 14,8% na comparação com julho/17.

No Oeste Catarinense, o preço médio do animal foi de R$ 2,98/kg, recuo de 2,9% em relação a junho/18 e de 11,4% frente a julho/17.

Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br e Scot Consultoria

Postado em: 15:34 | 3 agosto 2018
 
É permitida a reprodução ou divulgação, em outros órgãos de comunicação, de notícias ou artigos publicados nesta website, desde que expressamente citada a fonte, ficando aquele que desatender a esta determinação sujeito às sanções previstas na Lei nº 5.259/1967 (Lei de Imprensa) feed
Jovem Sul Comunicações LTDA | Rua Quinze, Nº 537 | Centro | CEP 79560-000 | Chapadão do Sul (MS)
(67) 3562-2500 (67) 9 9967-0034 | CNPJ 03.719.704/0001-07
Desenvolvido por: Mais Empresas | Angeli Comunicações